Envie agora um e-mail pressionando o Presidente do Senado Federal, Senador Rodrigo Pacheco, a barrar os decretos presidenciais que agravam o descontrole de armas e munições no país.

Enfrentamos uma grave situação no Brasil. Depois de dezenas de medidas que aumentaram o acesso a grandes quantidades de armas e munições no Brasil, a Presidência da República reduziu os controles do Exército e da Polícia Federal sobre esses arsenais. Com isso, será mais fácil que armas e munições sejam desviadas para a ilegalidade e utilizadas pela criminalidade. Nossa segurança e democracia estão em risco.

Somos a maioria e precisamos agir! 72% da população brasileira não acredita que mais armas e mais munições sejam o caminho para um país seguro e democrático.

Em uma democracia, não é com fuzil na mão que vamos reduzir as desigualdades, enfrentar o machismo, a LGBTfobia, a violência contra os povos indígenas e o racismo. Em uma democracia, não é com fuzil na mão que garantimos o emprego, a vaga na escola ou o atendimento no hospital.

Em um dos momentos mais graves da pandemia, o Congresso Nacional e o STF precisam reagir diante dos abusos e ilegalidades que ameaçam a nossa segurança e a nossa democracia: as armas que a gente precisa são as que não matam.

O QUE É A CAMPANHA?

A Campanha Não Somos Alvo é uma iniciativa apartidária de cidadãs e cidadãos que se uniram contra os retrocessos no controle de armas e munições no Brasil. Um ano depois de seu início, a Não Somos Alvo lançou a mobilização As Armas Que A Gente Precisa São As Que Não Matam. Seu foco agora é barrar os decretos presidenciais que reduzem o controle sobre os arsenais de armas e munições no país.

Estamos em um dos piores momentos da pandemia de covid-19. A prioridade de nossos governantes e representantes precisa ser a vacinação da população e a manutenção dos auxílios necessários à maioria dos brasileiros e brasileiras.

Diante das graves crises que enfrentamos — sanitária, humanitária, econômica e ambiental — sabemos que mais armas de fogo e mais munições não são o caminho para melhorar a nossa segurança e muito menos para fortalecer a nossa democracia.

Sua participação é fundamental nessa união nacional de forças.


 

SAIBA MAIS

O caos das normas e o descontrole das armas e munições no Brasil. Desde o início do mandato do presidente Jair Bolsonaro, mais de 20 medidas do Executivo Federal, entre decretos, portarias e um projeto de lei, resultaram no aumento e no descontrole de armas e munições em circulação no país. Essas medidas vão na contramão da Lei 10.836/2003 (Estatuto do Desarmamento). Elas também ignoram os dados que mostram o impacto do aumento das armas e munições em circulação no agravamento de homicídios, feminicídios e nos suicídios.

Acesso a armas de guerra. Além de ampliar a quantidade de armas e munições que um cidadão pode comprar, o governo permitiu que o cidadão tenha acesso a armas que antes eram de uso restrito das forças de segurança, como pistolas 9mm e fuzis semiautomáticos.

O presidente não fez nada para enfrentar o desvio de armas e munições que podem cair na criminalidade. Nenhuma medida foi adotada para aperfeiçoar a marcação e rastreamento de armas e munições no país. Essas estratégias são fundamentais para melhorar, por exemplo, nossa capacidade de investigação de crimes violentos, de enfrentamento do tráfico ilegal e para impedir que armas e munições sejam desviadas para o crime.

A maioria da população não quer mais armas e munições circulando no país. Além de ignorarem nossa legislação atual e as evidências sobre os impactos negativos em nossa segurança, as medidas do Executivo Federal desconsideram a vontade da maioria da população, que não quer um país armado:




















































































 
 










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